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domingo, 4 de abril de 2010

Lunacy

Acerca de "Oh mana!" ...
Eu: Temos de acabar com essa expressão.
César: Oh mana, eu já acabei. Nunca digo isso como vocês.
Sam: Muahahah! Ahahah! Ah! Ah! (risos orgasmicos)

sábado, 3 de abril de 2010

Ten in a Million

Eu sou daquelas pessoas que quando gosta de uma coisa só a larga quando começa a criar-se uma aversão tresloucada a volta dela. Sou mesmo. Então em tempo de férias, mais espaço deixo para ocupar a minha mente.
Aqui vão as dez coisas que não me saem, repito: não me saem da cabeça ultimamente:

1º) Tu, tu, tu, tu e tu;
2º) Morangos com chantilli, sim, porque agora é sempre a sobremesa cá em casa (para mim: sobremesa, lanche, pequeno-almoço...);
3º) John Mayer: passo os dias em contagem decrescente para o ver, e hoje faltam precisamente 48 dias;
4º) "Os Maias" (tenho estas férias para o ler e... já passaram metade e eu sem lhe tocar);
5º)  As condições meteorológicas e mais especificamente a chuva: estou prestes a fazer uma greve qualquer para ver se ela deixa de existir e de assolar os planos de férias dos nortenhos;
6º) "Oh mana": comecei agora uma longa guerra contra esta expressão que digo de cada vez que abro a boca;
7º) Meias de renda (não vou explicar isto, está bem?);
8º) Farmville: não, não jogo, mas agora metade das conversas a que inacreditavelmente assisto desenrolam-se em torno de quintas com beterrabas, ervilhas e pepinos, e isto está a afectar-me psicologicamente;
9º) O que vou vestir (também não preciso de explicar, certo?);
10º) O meu bloguezinho: não passo um dia sem cá vir, mesmo que não me apeteça escrever.

sábado, 27 de março de 2010

Whims

Num destes momentos em que não tenho nada, mesmo nada de nada, para fazer; em que não me apetece ver televisão, estar no messenger ou, até mesmo, ler ou ouvir música de "papo para o ar", vêm-me à cabeça as coisas mais estúpidas e aparvoadas. Hoje, estando eu num desses dias, pus-me a pensar nas minhas manias e caprichos. São milhares e eu nunca, nunca me tinha apercebido. Aqui vão 5:

1º) Passo todos os intervalos das aulas com os phones nos ouvidos e o mp3 desligado;
2º) Odeio todo o meu lado direito e não sei explicar porquê, pelo que ele é igualzinho ao esquerdo;
3º) Estou constantemente a erguer a sobrançelha;
4º) Faço uma espécie de beicinho quando estou a escrever;
5º) Quando me perguntam sinónimos de alguma palavra, penso sempre o correspondente em inglês.


E prefiro ficar-me por aqui, para não correr o risco de vos fazer criar ideias estranhas a meu respeito...!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Critical Condition

No 1º período o professor de Português sugeriu-nos que participássemos no Concurso Nacional de Leitura. Inicialmente, estava algo relutante, confesso: fico para lá de nervosa quando tenho de falar para muita gente e, por isso, não sou a melhor oradora que possam imaginar. No entanto, decidi arriscar. (E foram muitos os motivos que me levaram a optar por tal "proeza"...)
Enfim. Tive uma prova escrita sobre o livro, e mais um texto e umas coisinhas e pensei que estava tudo despachado desta vez. Mas não. Faltava a apresentação oral.
Só reparei no quanto essa noticia me afectava quando estava a aproximar-se a minha vez de levantar e falar (uns 70 minutos de puro sofrimento). Acho que pensei em tudo e mais alguma coisa. Em momentos, dava por mim a olhar para quem falava, e a não ouvir o que dizia (tenho a certeza que muita gente da minha faixa etária conhece essa... essa... essa inevitabilidade por assim dizer). Olhava de olhos cegos e ouvia o meu cérebro impaciente "Desmaia C..... desmaia. Assim tiram-te daqui!", mas acabei por constatar que o domínio da mente não é assim tão omnipotente quanto dizem por aí.
A minha hora acabou por chegar, mesmo depois de intensos e intermitentes combates contra isso. Eu só disse a mim mesma: "Fala alto para pareceres convicta e segura", e foi isso que fiz. Até fui espontânea, teci uma ou outra "piada" e correu bem. Ou melhor..., hoje descobri que, afinal, correu muito bem: sou uma das três finalistas, unbelievable! O lado mau disto tudo, é que aqueles ataques cerebrais inevitáveis vão reaparecer.
Sobrevirei a mais uma situação critica?!